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PDF para impressão: como fechar seu arquivo

Uma impressão de qualidade garante ao seu material de divulgação uma boa apresentação e passa uma imagem positiva sobre a sua marca. Saber como fechar o PDF para impressão é muito importante se você mesmo está desenvolvendo ou alterando algum material da sua empresa.

Independente se você mesmo está fazendo a criação desse material ou se está desenvolvendo a arte com um designer profissional, a forma como esse arquivo chega até a gráfica que produzirá o material define a qualidade final do seu produto.

Existem duas formas de enviar o material para a produção com a gráfica escolhida: em um arquivo aberto ou em um arquivo fechado. O arquivo aberto é salvo em algum software de criação, de desenvolvimento da arte (Illustrator, Corel Draw, InDesign ou Photoshop são os mais utilizados) e permite que alterações e ajustes sejam feitos no arquivo. Enviar a arte aberta para a gráfica só é interessante se foi alinhado previamente com a própria algum ajuste no material – se o cliente acertar com a gráfica para que ela mesma realize esses ajustes.

Já o arquivo fechado não possibilita edição de nenhuma informação ou elemento no material, protegendo-o assim de distorções e garantindo que o resultado final do impresso seja exatamente o que foi enviado para produção.

Continue lendo o post de hoje para entender quais são as vantagens de enviar um arquivo fechado em PDF para a gráfica e conheça o processo de finalização dos materiais:

Por que fechar em PDF um arquivo para impressão?

Existem alguns formatos de arquivos fechados. Os mais utilizados são o JPG ou JPEG, TIF e PDF.

Arquivos fechados em JPG ou JPEG são mais indicados para utilização online, em blogs, sites e outras mídias digitais. Arquivos em TIF funcionam muito bem para impressão de imagens com alta qualidade, compactando os arquivos com menor perda de qualidade se comparado com o JPEG e é compatível com a maioria das plataformas gráficas.

Já o modelo em PDF é o mais indicado para materiais que posteriormente serão impressos.

No mercado, já é padrão que as gráficas solicitem aos clientes arquivos fechados em PDF para impressão dos materiais. Essa prática é a mais segura, tanto para quem vai produzir, quanto para quem solicitou a produção, pois a maior vantagem do arquivo fechado em pdf é que alterações na arte não podem ser realizadas.

Arquivos em PDF podem ser abertos em praticamente todas as plataformas, inclusive em sistemas de celular. Além disso, todos os programas de criação utilizados oferecem a opção de salvar o arquivo em PDF.

O tipo de fechamento do arquivo interfere nas cores na hora da impressão?

É preciso estar atento a todos os detalhes na hora de produzir um material gráfico para a sua empresa.

Um desses detalhes é se atentar aos perfis de cores para impressão. As nomenclaturas RGB e CMYK são utilizadas para dois padrões de cores utilizados na criação de projetos e materiais, em diferentes plataformas e para diferentes fins. Mas, então, qual a diferença entre os dois e como entender a aplicação nos materiais?

RGB é o padrão utilizado quando pensamos em luz. Em materiais e imagens que aparecerão em telas e dispositivos de mídias digitais, as cores devem estar em RGB (composto pelas cores vermelha, verde e azul).

Já o CMYK é o perfil de cor utilizado para tinta, para impressão. No processo de impressão OffSet e impressão digital, as cores CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto) são gravadas no material impresso, resultando no material final.

Mesmo que o modo CMYK não seja selecionado e configurado no arquivo antes da impressão, a conversão entre os padrões de cores acontece automaticamente quando passamos um arquivo digital para o impresso, mas esse processo pode comprometer o resultado final e alterar algumas cores entre o que você vê na tela e o material impresso.

O ideal para materiais que serão impressos é já trabalhar no arquivo utilizando o padrão CMYK ou realizar manualmente a conversão do formato no arquivo digital, antes de enviar para a produção gráfica.

Como fechar o PDF corretamente

Depois de terminar a criação do material nos programas de design que já citamos aqui, como Illustrator, Corel Draw, InDesign e Photoshop, chega a hora de fechar o arquivo. Todos esses softwares oferecem a possibilidade de salvar em PDF o arquivo do material criado.

Existem também algumas versões diferentes de PDF. A mais utilizada para fechamento de arquivos para produção gráfica é a PDFX-1A. Esse tipo de PDF foi criado para compactar arquivos pesados em mais leves, sem perder a qualidade e garantir que possam ser enviados de forma mais rápida e segura. Essa opção garante que a impressão do arquivo fique livre de erros e distorções.

O fechamento do arquivo em PDF depende do software que está sendo utilizado para criar o material. Apesar dessa opção estar em todos os sistemas, o passo a passo é diferente em cada um deles.

No geral, os passos iniciais que devem ser seguidos para fechar corretamente o seu arquivo no formato PDF-X1A são os mesmo em diferentes programas:

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Alguns detalhes técnicos mais avançados também devem ser checados antes de fechar o arquivo em PDF, mesmo seguindo os passos acima.

É importante verificar também:

  • O tamanho e proporções do material;
  • A resolução do seu arquivo – o ideal é sempre acima de 300 DPIS;
  • Se todas as cores estão em CMYK;
  • Se o texto preto está somente no canal K (que representa o preto);
  • Se a arte está dentro das margens de segurança do material – a margem de segurança é sempre 3mm para cada lado para dentro do material, considerando o tamanho real do mesmo. Por exemplo, em um cartão de visita 90 x 50mm – a margem de segurança é 84 x 44mm. Esta delimitação precisa ser respeitada por todos os objetos a serem impressos, exceto o fundo da arte;
  • Se o arquivo está sangrado. A sangra é sempre 3mm para cada lado do tamanho real do material. Usando o mesmo exemplo do cartão de visita, sendo 90 x 50mm – ficará 96 x 56mm. Esta sangra deve ser apenas do fundo da arte, sendo uma margem para corte do material;
  • Caso a arte tenha dobra, fazer um ‘boneco’ deve ser impresso e montado antes, para verificar se a orientação do layout da frente está de acordo com o verso;
  • Checar se todas as fontes do arquivo estão convertidas em curva.

A Papira disponibiliza um guia de montagem com passo a passo completo com esses detalhes mais complexos de fechamento de arquivos para te orientar nesse processo.

Lembre-se que, tão importante quanto fechar o arquivo corretamente é enviar as especificações corretas para a gráfica e a escolha adequada do tipo de papel, para garantir a qualidade máxima da impressão do seu material.

Aprendeu como fechar PDF para impressão? Confira o guia de montagem da Papira com o passo a passo, se restar alguma dúvida!

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Tipos de papéis e suas aplicações

Qualquer que seja o material gráfico que você estiver preparando, é fundamental ter atenção a todos os detalhes do processo de produção, para que o impacto alcançado seja o que você espera.

Um material bem produzido precisa ter também uma boa impressão. Um dos pontos que mais influenciam na qualidade do material como um todo é a escolha do papel que será utilizado.

Esse é um ponto muito importante, que interfere no produto final e que precisa ser avaliado com cuidado. No post de hoje você vai conhecer os principais tipos de papel utilizados pelas gráficas e a indicação de uso para cada um deles. Confira!

Quais são os tipos de papéis para impressão?

Os papéis utilizados pelas gráficas variam principalmente em dois pontos: tipo – que varia conforme os materiais usados no processo de confecção do papel – e gramatura.

Vamos te explicar esses conceitos, para que você possa pensar em qual a melhor opção para a sua necessidade.

Tipos de papel

Os tipos de papéis mais utilizados pelas gráficas são os papéis dos tipos Jornal, OffSet, Supremo, Couchê e Reciclato. Cada tipo de papel possui características específicas que os diferenciam em termos de textura, materiais de composição e absorção de tinta.

Papel Jornal

Esse tipo de papel, como o nome já sugere, é muito utilizado na indústria gráfica em tiragens altas, como de jornais, revistas mais simples, blocos, materiais promocionais e folhetos de varejo, pois possui alta resistência e permite impressão rápida, uma necessidade desse tipo de demanda. Feito à base de pasta mecânica de alto rendimento, a superfície do papel jornal pode apresentar variações de textura, desde opções mais ásperas, mais lisas ou até mesmo acetinadas.

Em contrapartida, a qualidade de impressão nesse tipo de papel é mais baixa.

OffSet

O papel Offset é muito próximo do Sulfite que você utiliza na sua impressora pessoal ou do escritório. O Offset se diferencia do Sulfite pela durabilidade e por uma maior resistência à umidade. Fabricado com celulose branqueada com a adição de carga mineral na ordem de 10 a 15%, é um tipo de papel com textura fosca e que absorve mais tinta do que os outros, por não ter nenhum tipo de revestimento e ser assim mais poroso.

É utilizado principalmente para produtos que terão impressão de texto ou escrita sobre eles, como em envelopes, miolo de livros e de agendas, blocos e cadernos, papéis carta, etc. Por ser geralmente mais barato que os outros tipos de papéis, também é utilizado na confecção de impressos mais simples em geral, como folders, panfletos, cartazes e papéis para bandeja.

Supremo

Bastante resistente e com a superfície mais lisa entre as opções, o Supremo é um papel bastante procurado para confecção de materiais gráficos e é indicado para quem procura excelência na impressão e alta qualidade. Fabricado exclusivamente com celulose branqueada, Supremo é o nome comercial do papel Cartão Triplex, que possui alta capacidade de absorção da tinta.

Esse tipo de papel pode ser utilizado em várias aplicações tais como pastas, marcadores de página, embalagens, capas, encartes, convites, calendários, cartões de visita e postais.

Couchê

Por conta da sua qualidade de impressão, custo x benefício e pelo aspecto liso das folhas, é um dos mais utilizados em materiais gráficos. É o papel mais comum entre as gráficas, encontrado em quase todas elas. Esse tipo de papel é revestido com uma camada de adesivo e pigmento, por isso é menos poroso e absorve menos a tinta. Muito utilizado para folders, folhetos, cartazes, malas diretas, revistas, cartões de visita, tags, capas de livro… São inúmeras as possibilidades de produção de materiais em couchê.

Mais resistente que o OffSet, o papel couchê pode ser encontrado nas versões com brilho e fosco, que apresentam resultados finais diferentes. O couchê com brilho reflete a luz e assim o material apresenta cores mais vivas e brilhantes depois da impressão. Muito indicado para materiais como interior e capas de catálogos, flyers e cartões de visita. Já o couchê fosco absorve a luz, apresentando cores menos vivas, mas muito mais puras e agradáveis ao olho humano. Esse tipo de papel confere ao material um ar de sofisticação, sendo também muito utilizado na produção folders, flyers e cartões de visita.

Reciclato

Reciclato é o nome dado ao papel que usa em sua composição alguma porcentagem de matéria-prima reciclada, normalmente proveniente de impressão com OffSet. Indicado para quem procura um aspecto diferenciado para os materiais, pois apresenta uma alta variedade em texturas e cores. Opção mais ecológica entre as existentes no mercado hoje, esse tipo de papel é indicado para impressão de papel timbrado, miolo de agendas e blocos de nota, cartões de visita, cartazes, etc. Normalmente é procurado por empresas que querem adicionar uma ideia de sustentabilidade ao material.

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A Papira oferece aos seus clientes impressão nas opções de escolha entre Offset, Couchê, Supremo e Reciclato.

Gramatura de papel

A “gramatura” de um papel é um termo muito utilizado no dia a dia das gráficas. Em todo orçamento para a produção de um material você irá esbarrar na pergunta “e qual a gramatura do papel?”. Mas não se preocupe, o conceito é bem simples e vamos lhe explicar!

A gramatura é definida pelo peso por m² do papel. Nada mais é do que uma unidade de peso de gramas por metro quadrado (G/M²). Quanto maior o número g/m², mais pesado é o papel. Em geral, quanto maior a gramatura, mais espesso o papel também, mas existem exceções.

A escolha da gramatura pode influenciar na qualidade e no orçamento do material a ser produzido. Entretanto, é importante salientar que não obrigatoriamente um bom material precisa ter uma gramatura alta. Vale adaptar a gramatura para cada tipo de material e necessidade.

Listamos algumas sugestões de gramatura para cada material:

  • 35g a 55g – Jornais e bobinas de máquina de cartão, cartão ponto.
  • 50g a 65g – Blocos de nota fiscal e blocos de orçamento.
  • 75g a 80g – Papéis timbrados e receituários.
  • 90g a 115g – Gramatura mais comum, essa é a que você utiliza nas impressoras domésticas e de escritórios, normalmente. Essa gramatura é indicada para produção de flyers, envelopes e cartazes de baixo custo.
  • 120g – Gramatura utilizada em materiais próprios para escrita, como bloco de anotações e miolo de agendas.
  • 150g – Gramatura ideal para flyers e folders. Também pode ser a opção para capas de catálogos e revistas.
  • 180g – Para um comparativo, essa gramatura coincide com as conhecidas cartolinas. Sacolas de papel normalmente são feitas com essa especificação. Capas de materiais também são uma produção comum com esse tipo de gramatura.
  • 210g a 300g – Papéis com gramatura ideal para materiais mais robustos e que precisam de uma maior resistência, como cartões de visita, cartões postais, convites, calendários, capas de revistas especiais e capas de livros.

Muitos materiais, como agendas, revistas e catálogos podem ter diferentes tipos de papel e de gramaturas para as partes que os compõem, como capas e miolos.

E é sempre importante lembrar de considerar se mais algum acabamento ou corte especial será aplicado ao material final. No caso de aplicação de um acabamento como verniz UV ou laminação fosca, como essa “camada especial” já irá mudar a textura do material e aumentar a resistência do mesmo, o papel base de impressão não precisa ter uma gramatura tão alta.

Converse sempre com o profissional que está desenvolvendo o seu material para que ele possa auxiliar na escolha do papel e da gramatura. Caso você não esteja contando com o auxílio de um profissional para a criação do material, alinhe com a gráfica escolhida e solicite uma sugestão de qual tipo e gramatura de papel escolher para o seu material.

A Papira, por exemplo, conta com um guia completo de finalização e de impressão para que você saiba exatamente como trabalhar.

Agora que você já conhece os principais tipos de papéis utilizados para impressão e as gramaturas disponíveis, já pode pensar em qual opção se adapta para o material que você irá produzir!

Gostou do post? Compartilhe com algum amigo para que ele possa conhecer quais são os tipos de papel para impressão também!

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Cortes especiais: saiba como funcionam e turbine seus trabalhos

Os cortes especiais são uma maneira de trazer um diferencial criativo e conseguir atenção especial para o seu material de divulgação.

Quando fazemos uma arte para divulgar nosso trabalho, seja ela um flyer ou um cartão de visita, o grande diferencial está na maneira como você apresenta esse material. Às vezes nós acabamos nos preocupando apenas com alguns elementos específicos e esquecemos que um conjunto de detalhes bem pensados fazem muito mais a diferença!

Se analisarmos bem, um cartão de visitas ou um flyer têm grandes chances de serem jogados fora alguns minutos ou horas depois de serem entregues. É normal! Principalmente se eles forem iguais a todos os outros. É mais um papel ocupando espaço na bolsa ou carteira.

Mas já imaginou entregar um cartão de visita de uma construtora em formato de tijolo? Ou de um dentista em formato de dente? São infinitas as possibilidades, podendo variar com ideias mais simples até ideias mais sofisticadas. Um material bem elaborado causa um impacto positivo já num primeiro contato.

Os cortes especiais são os responsáveis por dar essa originalidade aos trabalhos e, dependendo do seu grau de complexidade, podem ser facilmente produzidos pelas gráficas. Então é só continuar lendo o post e você verá diversas ideias para aplicar aos seus materiais e ainda entender como funcionam os cortes especiais.

O que são cortes especiais?

Cortes especiais – também chamados de “faca especial” – são todos os tipos de corte aplicados no papel com formatos diferentes dos convencionais; eles vão desde bordas arredondadas e detalhes vazados até formatos totalmente personalizados.

Esta é uma técnica um pouco mais cara dependendo do tipo de corte solicitado. O preço mais alto dessa técnica acontece pois para esse tipo de produção, as gráficas têm a necessidade de fabricar uma lâmina de aço, com o formato desejado da faca, para que seja colocada na máquina de corte.

Mas, de uma maneira geral, esta é uma forma de dar um toque de criatividade e sofisticação ao seu trabalho, com um detalhe que muitas vezes não é pensado na produção. Para um projeto diferenciado vale a pena levar em consideração a possibilidade de investir em um corte especial.

Quando trabalhar com cortes especiais?

Não existe uma regra para trabalhar com cortes especiais, basta abusar da criatividade e entender o que ficaria melhor de acordo com o layout que foi criado. É interessante pensar em qual será a faca especial a ser utilizada já no momento de criação do material.

Aposte no uso de cortes especiais em cartões de visita, flyers e folders. Esta é a vitrine do seu negócio, portanto esbanjar originalidade é essencial para atrair os olhos das pessoas. Se você é um fotógrafo, por exemplo, e está divulgando seu trabalho com flyers… por que não apostar em um material com formato de lente de câmera ao invés do tradicional papel retangular? Se você trabalha com confeitaria, por que não investir em um cartão com o formato de algum doce, ao invés de utilizar apenas uma imagem?

Sem dúvidas as pessoas ficarão mais atraídas pelo que você trouxe de conteúdo no flyer e no serviço que a sua empresa está oferendo com o cartão de visitas, mas é importante sempre alinhar a linguagem com o formato e todos os elementos que compõem os materiais de divulgação.

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Os cortes especiais podem ser utilizados em qualquer formato e tipo de papel, sendo uma ótima opção para diferenciar cartões de visita, marca páginas, flyers, folders, adesivos e etiquetas. É uma forma interessante de apresentar esses materiais que possuem bastante liberdade de criação e que são tão importantes no momento de primeiro contato com os seus possíveis clientes.

Ideias de como utilizar cortes especiais

Apostar em um cartão de visita criativo é a melhor maneira de atingir um número maior de pessoas. A aplicação de um corte diferenciado ao material traz sofisticação e criatividade, além de mostrar cuidado com os detalhes.

O corte especial pode ser utilizado também em outros materiais, como em flyers, tags, adesivos, imãs de geladeira, marca páginas… São infinitas possibilidades! Esse diferencial deixa qualquer material mais rico e interessante. Tenha em mente sempre o impacto que você quer causar.

Uma opção que costuma funcionar muito bem é aplicar ao material um corte especial que faça referência ao segmento de atuação. Outra opção legal é destacar alguma parte do material, para onde você quer chamar a atenção. Um detalhe pode fazer toda diferença!

Para que você consiga visualizar ainda melhor e ter ideias para aplicar em seus próprios trabalhos, trouxemos alguns exemplos de cartão de visita que utilizam a técnica de cortes especiais.

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Unir o corte especial com outros diferenciais, como a aplicação de Verniz UV, por exemplo, irá garantir um material ainda mais especial e elaborado! Com certeza a apresentação da sua empresa não vai passar despercebida.

Como indicar um corte especial no arquivo

Existem algumas maneiras de indicar onde você deseja que seja feito o corte no arquivo. É preciso deixar esse detalhe bem sinalizado para que não existam erros. Procure alinhar e conferir com quem está fazendo a criação do material. Caso você não esteja contando com a ajuda de um designer profissional, recomendamos que você pesquise o método indicado para fazer a marcação com a gráfica escolhida.

Em gráficas online, geralmente já é disponibilizado esse material para facilitar a produção do arquivo. A Papira, por exemplo, conta com um guia completo de finalização e de impressão para que você saiba exatamente como trabalhar.

Seguindo o padrão de indicação de cortes especiais da Papira, o layout precisa ser fechado com a linha de corte em cor magenta. Outro detalhe importante é atentar-se aos padrões de margem de segurança e sangria.

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É importante lembrar que cada gráfica possui seu modo de fechamento de arquivo para casos específicos, portanto é bem importante que você faça a escolha da gráfica antes de finalizar seu material. Procure se informar se a gráfica selecionada trabalha com cortes especiais e todas as condições para isso.

 

Teve alguma ideia para aplicar um corte especial em um material? Se restou alguma dúvida sobre esse processo, mande uma mensagem para nós aqui nos comentários!

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Verniz UV: o que é e para que serve?

Quando idealizamos um material, como um cartão de visita ou flyer, é muito importante pensar em todas os processos que o envolvem, desde a produção até a entrega.

Analisar as imagens, cores e a disposição dos elementos é fundamental, mas não devemos nos limitar apenas à isso. Além dessas questões gráficas, também existe o lado sensitivo. Qual o valor que será agregado ao material a partir da gramatura do papel ou de técnicas de impressão?

Muitas vezes não nos atentamos à diferentes técnicas que podem ser aplicadas no papel e acabamos deixando de lado essa parte mais ‘palpável’ na produção do material.

Por isso, se você ainda não sabe muito bem para que o Verniz UV serve e como você pode utilizá-lo a seu favor para dar um toque de sofisticação na hora da impressão, então esse post é para você! Vamos lá?

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O que é Verniz UV?

Você alguma vez já passou a mão em uma capa de livro ou em um cartão de visita e viu que existia um relevo mais brilhoso em algumas partes? Pois é! Essa parte diferente é o Verniz UV.

O Verniz UV nada mais é do que uma técnica de aplicação de tinta transparente no papel impresso, podendo ser brilhoso ou fosco.

Seu uso pode aumentar a durabilidade do material, deixando-o mais resistente ao calor e à chuva. Outra vantagem de optar pelo Verniz UV é justamente para dar um toque mais sensitivo ao material, como falamos anteriormente.

O Verniz UV, se utilizado da maneira correta, traz muito mais sofisticação ao material, mostrando o cuidado com os detalhes mais simples de um cartão de visitas, por exemplo.

 

Diferenças de Verniz UV

Existem algumas diferenças de Verniz UV, portanto se você está considerando aplicar essa técnica, dê uma olhada em qual se adapta mais ao seu material para solicitar corretamente na gráfica.

 

Verniz UV brilhoso ou fosco:

O Verniz UV brilhoso é o mais utilizado, principalmente como destaque em logos de cartões de visita. O Verniz UV fosco seria o contrário, dando destaque com a parte fosca ao deixar o restante do material com brilho.

Verniz UV localizado:

O Verniz UV localizado é quando se aplica a tinta transparente em apenas alguns detalhes do material, em logos ou títulos, por exemplo. É uma forma de dar sofisticação por meio dos detalhes, destacando as partes consideradas mais importantes.

Verniz UV total:

O Verniz UV total pode ser feito apenas na frente do material ou frente e verso. Como o nome já diz, é aplicada a tinta transparente em toda a superfície do material. 

 

Ideias de como usar o Verniz UV

Existem várias maneiras de utilizar o verniz UV para agregar mais valor ao seu material, seja ele um cartão de visita, um marca página, um flyer ou um folder. Você pode aplicar essa técnica também em diversos outros tipos de materiais, como capas de livro, revistas etc.; basta usar a criatividade!

Como mencionamos anteriormente, o verniz UV localizado é uma maneira de dar vida à alguns detalhes do seu material, destacando-os de maneira sutil e sofisticada. Muitas vezes essa técnica é utilizada em logos, em detalhes gráficos e em palavras.

Uma dica é aplicar o Verniz UV em fundos escuros, o que dá ainda mais destaque e traz um brilho a mais!

Para te dar algumas ideias de como você poderia utilizar o verniz UV no seu cartão de visita, trouxemos uns exemplos em que a técnica foi muito bem aplicada:
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Quais os tipos de materiais recomendados para aplicação?

Os papéis couché são os mais indicados para receber a aplicação de Verniz UV, com a gramatura a partir de 170g. Outros materiais de impressão com a mesma gramatura indicada ou maiores, também podem receber a aplicação.

 

Indicando no arquivo a impressão com Verniz UV

Agora que você já está certo de que utilizará o verniz UV na sua arte, é preciso indicar no arquivo que você deseja aplicar a técnica.

Muitas vezes acabamos deixando para informar esses detalhes na hora da impressão, o que pode resultar em custos adicionais para que a própria gráfica ajuste o arquivo. Além disso, você corre o risco da gráfica não possuir o programa no qual foi feita a sua arte, impossibilitando-a de editá-la.

Para que você tenha certeza de que terá o seu material em mãos da forma desejada, é importante que ao produzir o seu arquivo você já deixe indicado os locais que deseja aplicar o Verniz UV.

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Para fazer isso, recomenda-se criar um máscara na página e indicar com alguma cor diferente onde deve ser aplicada a tinta transparente. É importante deixar bem claro ao enviar para a gráfica que foi feito isso no arquivo e que você deseja utilizar essa técnica de impressão, pois pode ser que passe despercebida a máscara no arquivo.

Se você não utilizou um arquivo no qual seja possível fazer essa máscara, você pode pedir ajuda de um designer profissional para finalizar o seu arquivo. Na Papira, você pode solicitar um atendimento com um designer e ter certeza de que seu material será fechado corretamente para uma impressão de qualidade na Gráfica Papira.

 

E aí, está sabendo tudo sobre verniz UV agora? Então compartilhe o post com os seus amigos e acompanhe mais notícias em nosso blog!

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Offset x digital: entenda as diferenças

Offset e  digital estão entre as técnicas mais comuns de impressão no mercado, e ainda geram algumas dúvidas no que diz respeito à qualidade e rapidez.

Após finalizar o material e enfim escolher uma gráfica para fazer a impressão, ainda existem algumas questões para serem definidas. Garantir uma impressão de qualidade é fundamental para que seu projeto fique impecável, pois de nada adianta todo o esforço na criação, se na hora de tê-lo em mãos, o material não corresponde às expectativas.

Justamente por isso, é imprescindível escolher a melhor forma de imprimir seu material na gráfica. Portanto, o primeiro passo é entender as diferenças dos dois tipos mais comuns de impressão: offset e digital; e saber quais as melhores aplicações para cada um deles.

 

Diferenças entre offset e digital

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A primeira grande diferença já está no nome de cada técnica de impressão: offset significa “fora do lugar”, ou seja, a tinta passa por um cilindro antes de ir para o papel. Já a digital resulta na transferência de dados digitais a partir de computadores, por exemplo, à impressora.

A impressão offset é uma técnica que utiliza matrizes a partir de chapas de alumínio que farão o intermédio na gravação do material. Então, antes mesmo das imagens serem impressas no papel, elas passam primeiramente por essa chapa para que somente depois disso sejam transferidas para o material propriamente dito.

A grande diferença entre offset e digital está na técnica utilizada e nas vantagens de cada uma para certos tipos de impressão. As duas formas de impressão são ótimas em qualidade, mas podem ser melhores ainda se utilizadas para os fins recomendados.

 

Quais as melhores aplicações para cada uma?

Como dito anteriormente, cada uma das técnicas possui vantagens em determinados tipos de impressão. Ou seja, se requer agilidade e rapidez em tiragens grandes de revistas ou cartões de visita, por exemplo, sem dúvidas a impressão offset seria a mais indicada.

Mas por que a offset é melhor neste quesito? Quando eu sei que devo optar pelo offset e não pela digital? Para entendermos melhor na hora de escolher a melhor técnica de impressão, resumimos as técnicas e suas aplicações para você saber exatamente quais as vantagens de cada uma:

Offset:

Recomendado para altas tiragens com ótima qualidade. É possível fazer impressão em diferentes gramaturas de papel e formatos, além de cores especiais. Aplicações: revistas, panfletos, cartões de visita, jornais, flyers, bloco de anotações etc.

Digital:

Tiragens menores com ótima qualidade e definição. Ideal para prazos curtos e possui secagem rápida. Impressão a partir de arquivo digital. Aplicações: cardápios, convites, rótulos, adesivos, cartões, blocos e materiais promocionais em geral.

 

Vantagens da impressão offset

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A técnica de impressão offset é considerada um diferencial no mercado. Apenas gráficas grandes possuem esse tipo de máquina e realmente prezam pela qualidade do material proveniente dessa técnica.

Por mais que, muitas vezes, possa ser mais cara que a impressão digital por conta da sua qualidade e rapidez, a offset garante um trabalho sem igual se comparado à digital.

É claro que tudo vai depender da demanda e do prazo, que é um fator determinante para a escolha. Se a tiragem for muito grande e a qualidade das cores for imprescindível, a impressão Offset é a mais indicada.

Além de que, com a impressão Offset, é possível obter tons diferenciados nas cores, bem como optar pelo uso de tintas metálicas e fluorescentes, por exemplo.

RGB e CMYK: quando usar e qual o correto para impressão?

 

Quando optar pela digital ao invés da offset?

Quando for necessário uma impressão a curto prazo e de pouca tiragem, ou até mesmo impressos de tamanho personalizados, a digital seria a opção ideal. Em impressões de grande escala, por exemplo, é possível atingir um maior nível de resolução por meio da impressão digital.

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Aliando rapidez e qualidade

A Papira possui uma tecnologia de impressão offset diferenciada, que permite diminuir o prazo comum das impressões (o que acaba sendo o fator decisivo na hora de optar entre a digital e offset), aliando isso à qualidade inigualável de uma impressão offset. É a junção das vantagens de ambas as técnicas.

A Papira é a uma das únicas gráficas online que usam essa tecnologia, igualando o prazo da offset e da digital para que você tenha um material de qualidade em mãos, sem precisar esperar muito mais tempo para isso.

Então, agora que você já sabe a melhor maneira de imprimir seu cartão de visitas ou o flyer da empresa, é só solicitar um orçamento e conhecer tantas outras vantagens de optar por uma gráfica online.

 

Tirou todas as suas dúvidas sobre impressão offset e digital? Então agora é só compartilhar com os seus amigos!

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Gráfica online: como saber quando uma opção é boa?

É possível saber quando uma gráfica online é boa? Quais são os pontos principais a serem avaliados antes de optarmos por uma empresa específica? Confira as dicas que temos para você!

Você levou dias para criar seu cartão de visita ou um flyer para a empresa. Depois de todo o trabalho, imprimir o material é o próximo passo para atingir seus objetivos. E agora? Como saber quando uma gráfica é realmente boa antes de contratar um serviço?

Sabemos que levar seu trabalho para fora do digital é uma tarefa que exige muito cuidado. Uma impressão de má qualidade e sem cuidados pode prejudicar toda a essência de um projeto, gerando custos ainda maiores caso não esteja de acordo com o esperado.

Para te ajudar nessa, elencamos alguns pontos essenciais para que, ao pesquisar uma gráfica, você saiba exatamente quais pontos deve considerar relevantes na hora de escolher a opção ideal.

 

Busque indicações e leia reviews

O primeiro passo é saber se alguém do seu círculo de convivência já teve experiência com gráficas. Com isso, você já pode eliminar opções ruins e considerar outras que já deixaram boas impressões.

Pesquise nas redes sociais onde, geralmente, as pessoas escrevem suas experiências e até mesmo na sessão de depoimentos do site. Isso já pode lhe dar uma segurança do que esperar e o que as pessoas estão achando dos serviços prestados!

 

É confiável?

Optar por uma gráfica online pode parecer arriscado, simplesmente, por não existir uma loja física. Mas, não se preocupe! Existem diversas empresas bem intencionadas no mercado que, muitas vezes, trazem resultados ainda melhores do que aqueles que você teria caso estivesse cara a cara com um vendedor.

Procure saber se a empresa possui CNPJ ou, se preferir, ligue para o local para pedir informações. Você pode se surpreender com a agilidade do atendimento online!

 

Atendimento de qualidade

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Procurar por uma gráfica online é sinal de que estamos precisando de praticidade e agilidade. Seja na hora de sanar alguma dúvida ou pedir um orçamento, preze por atendimentos rápidos e precisos. Isto pode indicar o interesse na sua demanda e a vontade de entregar seu pedido com rapidez e eficiência.

É importante que a equipe esteja sempre aberta a ajudar e a questionar para que seu pedido saia como o esperado. Caso você prefira fazer o pedido por telefone, por exemplo, repare no comprometimento com a qualidade e a abertura para oferecer o melhor serviço para determinada demanda.

 

A empresa entende sua demanda?

Quando não estamos acostumados a criar alguma arte para impressão, geralmente surgem algumas dúvidas. Por isso, é essencial que a gráfica entenda a demanda e possa orientar o cliente da melhor maneira.

Gráficas que apenas cumprem os pedidos (mesmo podendo entregá-los com melhor padrão de qualidade) e não apresentam o leque de opções que podem deixar o projeto num nível elevado, acabam perdendo a credibilidade.

 

Entrega rápida e no prazo

O principal motivo de se estar procurando por uma gráfica online é a praticidade de não precisar se deslocar até um local específico, além da rapidez na hora da entrega.

Veja as opções que a gráfica oferece para entrega, inclusive quais estados atende. Agilidade e pontualidade são pontos que devem ser levados em conta, principalmente se também existem opções de frete grátis e quais as condições para isso.

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Produção do material

Muitas vezes, a entrega pode ser rápida, mas o tempo de produção nem tanto, o que acaba deixando o prazo um pouco maior. Existem gráficas online que fazem a produção do material no mesmo dia, garantindo agilidade no processo e atendendo demandas urgentes com facilidade.

Outra variável que influencia diretamente no prazo é a técnica de impressão escolhida. Offset e digital, por exemplo, possuem algumas diferenças com relação ao tempo de produção e, consequentemente, na qualidade do material. Entenda as diferenças das duas técnicas e opte pela que melhor se adapta à sua demanda e ao prazo de produção desejado.

 

Preço

Preços competitivos são uma forma de filtrar as opções na hora de saber quando uma gráfica online é boa. Isso indica que ela está dentro dos valores do mercado e, ao mesmo tempo, oferece serviços de qualidade.

Desconfie de gráficas que colocam os preços lá embaixo e não estão alinhadas com a concorrência e com o serviço prestado.

Dê uma olhada se o site da gráfica oferece promoções periódicas. Existem algumas empresas que oferecem descontos para determinados produtos em dias específicos. Isso pode facilitar na hora de garantir preços bons!

 

Serviços adicionais oferecidos

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Diferenciais são uma maneira de colocar uma gráfica online à frente da concorrência. Será que é possível receber seu pedido gratuitamente? Quais as condições para que você receba o frete grátis?

Já imaginou solicitar para que um designer da própria gráfica dê uma melhorada no seu cartão de visita ou que produza um flyer profissional para a sua empresa?

 

Investimento em tecnologia

Esse é o ponto crucial para saber se uma gráfica online é boa: serviço de qualidade. Como mencionado anteriormente, uma maneira bastante efetiva de saber isso é conferindo depoimentos e reviews sobre a empresa.

Procure descobrir se a gráfica investe em equipamentos de última geração e entrega um trabalho com custo-benefício. Ter a certeza de que seu trabalho terá a qualidade necessária e que seu investimento valerá a pena depende muito desse aspecto.

Já imaginou você ter encontrado várias dicas de como fazer um cartão de visita e na hora de imprimi-los tem uma grande decepção com a qualidade do material, ou as cores não correspondem àquelas que você escolheu?

 

Comente aqui no post se você acha que mais algum ponto é importante para avaliar se uma gráfica online é boa e compartilhe com seus amigos que também têm dúvidas com relação à uma boa empresa!

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10 dicas para criar flyers profissionais: fontes, cores, formatos e muito mais!

Sua missão é aprender como criar um flyer com cara profissional para divulgar seu negócio ou aquela promoção incrível, mas não sabe por onde começar? Existem diversos formatos e maneiras de distribuir conteúdo que precisam ser consideradas ao iniciar o processo de criação, além de outras dicas que podem apontar o melhor caminho para você ter sucesso na hora de criar.

Mas, fique tranquilo! Criar um um flyer pode ser mais fácil do que você imagina. Por isso, separamos algumas dicas que vão te ajudar a não esquecer nenhum ponto importante e a colocar a sua ideia em prática!

 

1. Defina o objetivo e as necessidades

Qual o objetivo do seu flyer? Passar alguma informação turística, divulgar uma festa ou mostrar a planta de um novo empreendimento? Independente de qual seja, é importante entendê-lo para que seja possível escolher a melhor maneira de transmitir as informações.

Entender suas necessidades é o primeiro passo para definir diversas outras questões, como cores, formato, tamanho e imagens. Dessa forma você já consegue afunilar mais as opções e não perder o foco na hora de atingir o público que deseja.

 

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2. Fique de olho nas tendências

Ao avaliar suas necessidades, é muito importante estar por dentro das tendências do mercado. Às vezes temos um estilo de flyer na cabeça que já está bastante ultrapassado, ou não temos a mínima ideia do que está rolando por aí, não é mesmo?

Busque modelos que te agradam e que condizem com a ideia que pretende passar ao público. Você quer focar em pessoas mais jovens ou na terceira idade? Isso dirá muito sobre o estilo que seria interessante você adotar ao criar o flyer.

Uma dica bastante que serve para diversos públicos é apostar em formas geométricas, seja para dar destaque ou trazer mais estilo. Elementos geométricos nunca saem de moda, e podem servir para organizar as informações na página, dar destaque e personalidade.

Veja abaixo alguns exemplos do uso de formas geométricas em flyers:

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3. Formato e tamanho

Criar um flyer envolve detalhes que podem fazer toda a diferença na forma como o público consome a informação. O formato e o tamanho impactam diretamente neste ponto, tendo em vista que um flyer de uma página frente e verso terá um objetivo totalmente diferente de um folder em A4 dobrado em 3 partes.

Se a sua intenção é colocar dados importantes, falar sobre conscientização ou até mesmo trazer uma quantidade maior de informações, seria interessante optar por um formato de folder. Assim a pessoa segue um fluxo de leitura e tem ideia do que esperar ao receber esse tipo de material.

Se você quer divulgar uma promoção ou um produto, flyers simples de uma página e que não são muito grandes tem mais chances de serem notados. Ali você vai mais direto ao ponto e tenta chamar a atenção pelos elementos gráficos.

Os tamanhos podem variar muito, portanto isso vai depender da quantidade e do tipo de informação que você precisa colocar. Avalie a importância dos elementos gráficos e das cores e como elas podem ser trabalhadas.

Flyers de divulgação de empreendimentos, por exemplo, geralmente acabam sendo maiores por conta da valorização da imagem da planta. Uma loja de cupcakes (como nas imagens abaixo) precisa de apelo visual maior e isso pode fazer seu tamanho variar dependendo da quantidade de informações que farão parte da arte.

 

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4. Conteúdo direto e atrativo

A função principal de um flyer é divulgar e informar, certo? Isso significa que uma atenção ao design e à distribuição desse conteúdo é valiosa. Você pode ter bastante informação para colocar no seu flyer, mas isso não significa que ficará algo monótono consumir. Use o design para torná-lo atrativo e distribuí-lo da melhor maneira!

Vá direto ao ponto importante do que precisa divulgar e tente eliminar o máximo de informações desnecessárias. Quando já tiver exatamente o que precisa ser colocado, tente encaixá-las na página de uma maneira que sigam um fluxo de leitura e um padrão estético.

Lembre-se de que criar um flyer é uma estratégia que não é de certa forma personalizada, ou seja, você não terá certeza se estará atingindo as pessoas certas avaliando seus reais gostos e necessidades. Ou seja, é preciso encontrar uma linguagem padrão que possa criar identificação por parte  do maior número de pessoas e chamar a atenção para que leiam o restante das informações.

De nada adianta você escrever um texto gigante e completo sobre sua promoção, se o objetivo é focar na geração Z. Seja direto e atraia por meio de imagens que conversem com o conteúdo e que complementam as informações!

 

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5. Hierarquia das informações

Ainda falando de conteúdo, ter noções sobre hierarquia das informações é um ponto indispensável ao criar um flyer. Por hierarquia das informações entende-se separá-las por ordem de importância e, por meio do design, dar esse significado à elas com o uso correto de fontes, alinhamento e contraste.

Resumidamente, você precisará saber como organizar o conteúdo no layout. A ideia pode parecer simples, mas na verdade é necessário conectar as informações de maneira que se relacionem direta ou indiretamente.

Um exemplo básico é quando colocamos um título com fonte diferenciada, em negrito e com tamanho maior do que o resto do texto. Isso significa que ele é o elemento principal na atração do usuário e que dará sentido à todo o resto do flyer.

Para conectar o texto com esse título, você precisará definir um alinhamento e seguí-lo em todo o documento, condicionando o usuário a seguir o fluxo correto das informações e não ficar confuso.

O mesmo acontece com o uso do contraste. Sua utilização tem como principal objetivo chamar a atenção para alguns elementos importantes do layout, seja por meio de cores ou fontes, por exemplo.

Então, para criar um flyer com cara profissional é muito importante saber organizar as informações de forma que façam sentido para o leitor e por isso a hierarquia das informações é um princípio indispensável neste processo.

 

6. Fontes

Como mencionado acima, podemos usar as fontes como uma maneira de dar contraste. A questão é que precisamos ter bastante cautela na hora de escolher qual o estilo dessa fonte e a quantidade de estilos diferentes que colocaremos em um mesmo layout.

O recomendável é escolher no máximo duas fontes diferentes para que não fique um layout sem nexo. Opte por fontes de estilos diferentes e defina um padrão para textos e títulos, ou até mesmo utilize apenas uma fonte que tenha mais de uma variação.

Este é um elemento bastante importante para criar um flyer profissional, portanto pesquise novos tipos e não se limite apenas aos mais comuns. Lembre-se de que a fonte é uma das responsáveis pela atração e identificação!

 

7. Cores

Ter os objetivos do seu flyer bem definidos vão ajudar muito nesta etapa de criação. Pesquise sobre a psicologia das cores e entenda qual o seu impacto na percepção dos usuários e também quais têm mais relação com a sua área de atuação.

De nada adianta você misturar várias cores que gosta sem antes ter analisado quais delas realmente combinam. Para ajudar você na busca por uma paleta de cores interessante, uma ideia é montar e exportar paletas gratuitamente em sites como o Coolors e o Adobe Color CC. Nesses sites você conseguirá visualizar e ter ideias de cores que harmonizam e se completam entre si.

RGB e CMYK: quando usar e qual o correto para impressão?

As cores, assim como as fontes, também são usadas como forma de contraste. Se usadas corretamente e na quantidade certa, podem ser ótimas ferramentas de destaque e de estilo na hora de criar um flyer profissional.

Aposte em ótimas combinações e dê vida ao seu trabalho! As cores são uma parte importantíssima e que não podem ser deixadas de lado em nenhum momento no processo de criação.

 

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8. Imagens

Dependendo do estilo do seu flyer e objetivo, usar imagens pode ser uma forma interessante de atração. Seja para mostrar seu produto ou até mesmo gerar identificação, as imagens têm um grande poder apelativo, portanto usá-las pode ser uma boa maneira de deixar seu layout mais estiloso.

Veja nos exemplos abaixo como as imagens passam sensações e conversam com o conteúdo do layout:

 

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Se você optar por colocar imagens ao criar seu flyer, lembre-se de buscar imagens de alta qualidade e que sejam preferencialmente de banco de imagens ou próprias. Pegar imagens de motores de busca não é uma boa ideia, a não ser que você coloque os devidos créditos à elas para não ter problemas com direitos autorais.

O Pexels, por exemplo, é um banco de imagens gratuito bem completo e com fotos profissionais e de alta qualidade. Outro site que você pode encontrar imagens, mais especificamente vetores, é o Freepik.

Preste sempre atenção se a sua imagem é grande o suficiente para que ela não fique distorcida ou com qualidade ruim na hora da impressão.

 

9. Material de impressão

Uma parte muito importante dentro do processo de criação do seu flyer é a impressão, o que envolve desde o material até a escolha da gráfica. Veja qual o material que mais se adapta às suas necessidades e à percepção pretendida.

Papéis brilhosos e com uma espessura mais fina são os mais utilizados na impressão de flyers, justamente por darem um tom mais sofisticado do que apenas uma folha sulfite que geralmente é mais sensível e fácil de rasgar.

A escolha do material também impacta diretamente no valor da tiragem, portanto é importante sempre pesquisar o que mais se encaixa no seu orçamento e também o quanto a escolha desse material poderá impactar no valor.

Lembre-se que você está focado em criar um flyer com cara profissional, certo? Por isso, escolher um material bom e imprimí-lo em um gráfica de qualidade dará vida ao seu trabalho.

Que tal pedir um orçamento com diferentes opções de materiais ou até mesmo simular a impressão dos seus flyers? Assim você terá uma ideia do quanto isso impactará no valor para que seja feita a escolha certa!

Por que escolher uma gráfica online?

 

10. Planejar a tiragem

Com dúvidas na hora de definir a quantidade de flyers que deve solicitar à gráfica? Ou não sabe o número exato que deve imprimir para que não falte, mas também não sobre material? Faça um planejamento da sua tiragem para não ser pego desprevenido.

Primeiramente, leve em consideração a duração da sua campanha. Caso ela seja atemporal, onde os flyers poderão ficar disponíveis sem período determinado, você não precisará se preocupar tanto caso faça grandes lotes.

Já em campanhas temporárias e específicas, é preciso que você faça uma estimativa mais próxima da realidade para que você não fique de mãos abanando ou fique com flyers sobrando e sem utilidade.

Para planejar a tiragem dos seus flyers, defina a quantidade de pessoas que pretende atingir com essa campanhas e em quais locais irá distribuí-los. Se forem flyers para algum evento específico da sua empresa, provavelmente você não ficará entregando para qualquer pessoa que passar na frente do local, ou seja, a tiragem poderá ser mais moderada.

Se a ideia é fazer alguma ação em frente de escolas e universidades, por exemplo, provavelmente a quantidade de pessoas que você irá atingir é muito maior, o que impacta diretamente na quantidade de impressões do material.

Assim que você calcular uma média de pessoas que pretende atingir, lembre-se de adicionar uma margem de segurança de 10% no valor. Assim, você não precisará ficar com medo de faltar material durante a sua campanha!

 

O que achou das dicas acima? Está no processo de produção de um flyer e ainda tem mais alguma dúvida? Então escreva sua mensagem para nós aqui nos comentários e, se curtiu o post, compartilhe com aquele seu amigo que também precisa uma ajudinha para fazer um flyer!

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10 dicas para fazer um cartão de visita profissional sem ser designer

Um cartão de visita bonito, estilizado e com cara profissional, é exatamente o que você está precisando no momento. O grande problema é que você não sabe por onde começar, certo? E além de tudo você não é designer, o que pode limitar um pouco as suas referências.

Criar um material apresentável e de impacto não precisa ser uma tarefa desenvolvida apenas por profissionais. Você pode colocar a mão na massa, produzir algo incrível e ainda não gastar um centavo com isso!

Para te dar um norte, trouxemos 10 dicas que te ajudarão a fazer um cartão de visita profissional. Você precisará de disposição, criatividade e algumas noções básicas de cores e materiais. Vamos começar?

1. Entenda seu estilo e área de atuação

A primeira dica, que precisa estar no topo do processo de produção, é entender o que de fato combina com o seu estilo e área de atuação. Pode parecer óbvio, mas muitas vezes acabamos perdendo o foco e misturando nossos gostos pessoais.

Vou te dar um exemplo: você ama amarelo e acha incrível aquelas artes com fonte corrida, super estilizadas. Por outro lado, você atua no ramo de restaurantes. Até que ponto este seria o design ideal para o seu negócio? Será que passará a ideia correta do ambiente e causará as impressões que você deseja?

É importante casar as cores do cartão com as cores do seu negócio e entender o impacto delas. Se você atua no ramo de restaurantes saudáveis, por exemplo, a combinação de vermelho e amarelo seria a ideal? Ou talvez um verde com branco?

Todos os elementos gráficos que você inserir no seu cartão precisão estar ali por algum motivo. Por isso defina bem a mensagem que você quer passar e transpareça isso por meio das cores, de um design mais geométrico ou abstrato, e até mesmo da fonte.

Ao fazermos isso, desenvolvemos uma identidade mais alinhada e que condiz com o seu negócio, e não com seus gostos pessoais.

2. Busque referências que te agradam

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Criar algo do zero, principalmente se você não é da área, pode ser um pouco complicado justamente por falta de referências. Por isso, uma dica é buscar por exemplos que te agradam e que sigam a mesma linha que você pretende trabalhar.

Para encontrar ótimas inspirações você pode acessar redes como o Pinterest. Lá você poderá encontrar diversas ideias as quais você conseguirá filtrar e entender melhor o que espera da sua arte.

Muitas vezes encontramos elementos e formatos diferentes que podem se encaixar perfeitamente ao que você estava pensando, dando mais espaço para criar coisas novas e cheias de referências inovadoras.

3. Noções básicas de cores

As cores são elementos essenciais dentro de todo o conjunto. É claro que todos os elementos se complementam entre si, mas de nada adianta uma fonte e uma ideia genial para montar seu cartão, se as cores não correspondem à mensagem.

Como já citamos anteriormente, é necessário entender o seu negócio para escolher a cor que mais o representa. Após esse passo, é preciso escolher as cores secundárias que vão complementar e trazer harmonia ao projeto.

A grande questão é que não são todas as cores que combinam e podem aparecer juntas. Para isso, existem alguns sites que facilitam esse trabalho montando paletas de cores para ajudar quem não tem muitas noções na área.

Sites como o Coolors e o Adobe Color CC são alguns ótimos exemplos, sugerindo diversas variações para que você customize as paletas da maneira que achar melhor, dando a possibilidade de exportá-las para você aplicar no seu projeto. Esta é uma forma bem funcional de produzir paletas de cores sem precisar perder horas tentando entender o que combina com o quê.

Outra coisa interessante que precisamos nos atentar é sobre a psicologia das cores! Cada cor passa sentimentos diferentes e podem agregar muito valor à marca se usadas corretamente.

RGB e CMYK: quando usar e qual o correto para impressão?

É claro que você não precisa estudar a fundo esse assunto, justamente por não ser um designer profissional, mas é muito válido reservar um tempinho para entender melhor como isso funciona e pode ser utilizado a seu favor por meio do cartão de visita.

Preocupar-se com as cores é fundamental para um trabalho ficar bem apresentável. Errar na escolha pode deixar sua arte sem vida e sem impacto. Seu cartão precisa se destacar na carteira dos clientes em meio à tantos outros, não é mesmo?

 

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4. Alinhamento e contraste

Assim como ter noções básicas de cores, é importante entender sobre alinhamento e contraste. Um alinhamento desconexo pode deixar seu cartão muito confuso na hora de ler, assim como a falta de contraste ou o excesso dele.

Vamos pensar juntos: você tem algumas informações e precisa distribuí-las no seu cartão. Aí você começa escrevendo seu nome na esquerda e então colocando seu cargo no outro canto e o telefone centralizado no final. Será que existe algum tipo de conexão entre esses elementos?

É preciso que exista um sentido para estarem posicionados, levando os olhos do leitor a acompanhar as informações na ordem desejada e que passem a impressão de que são complementares.

A melhor maneira de fazer isso é criando uma linha imaginária para que todos fiquem na mesma direção, alinhando-os à esquerda, direita ou no centro. Escolha o sentido que preferir e siga-o em toda a face do seu cartão, assim não correrá o risco de tornar as informações confusas.

O contraste, por sua vez, é um complemento. Já tendo a noção básica das cores, por exemplo, você saberá exatamente quais poderá utilizar e misturar dentro da mesma arte. Cuide para não utilizar demais a técnica e acabar deixando o cartão uma festa de cores! Escolha pontos estratégicos e foque nos elementos importantes.

Podemos utilizar o contraste relacionado às cores, como mencionado acima, mas também aplicar o conceito nas fontes. O ideal é que você escolha no máximo duas fontes para utilizar no seu cartão, de preferência que se contrastem entre si e que de certa forma se complementem.

Uma boa ideia é escolher uma fonte mais fina e outra em negrito, por exemplo. Assim você já define uma hierarquia e ao mesmo tempo traz destaque para algumas informações. Lembre-se de sempre seguir um padrão e alinhar os elementos, para que de alguma forma estejam conectados e dêem personalidade ao seu trabalho!

 

5. Menos é mais: lembre-se disso!

É normal querermos colocar todas as informações possíveis no cartão de visita, mas é preciso um pouco de cautela, já que isso pode comprometer a apresentação do material. Seja objetivo e coloque apenas o necessário, assim você evita que fique uma arte não muito agradável visualmente.

Atente-se à fonte que for usar, a legibilidade e a forma como você pretende posicionar as informações. Tudo precisa estar muito claro e visível para que as informações importantes ganhem destaque. Por destaque entende-se posicionamento estratégico do conteúdo e boa apresentação, nada tem a ver somente com o tamanho da fonte, por exemplo.

 

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6. Procure programas que tem facilidade para usar

Para fazer um cartão de visita você precisará optar por um software de edição, independente de sua complexidade. Teste alguns programas e dê chances mesmo que possam parecer difíceis e profissionais demais.

Um exemplo é o Adobe Photoshop ou o Adobe Illustrator, dois programas profissionais de edição e criação de imagens. Esses são softwares usados por designers, mas podem ser facilmente manuseados por qualquer pessoa com algumas noções de edição.

Com poucos tutoriais é possível adquirir conhecimentos necessários para fazer o básico, mas um básico com qualidade profissional.

Mas se mesmo assim você não tiver nem ideia de como usar programas da Adobe, mesmo sendo ótimas maneiras de produzir sem limitações, é possível optar por programas bem básicos, mas que também fazem o trabalho.

Um exemplo é o Publisher, da Microsoft. Este é um programa que faz parte do pacote Office e que tem como função oferecer recursos e templates necessários para fazer cartas, cartões de visita e flyers, por exemplo.

É claro que este é um programa muito mais básico e limitado se comparado aos softwares da Adobe, mas sem dúvidas são bem menos complexos de utilizar e podem trazer bons resultados dependendo das suas expectativas.

O importante é se familiarizar com algum desses e investir algum tempinho para aprender os comandos básicos e as limitações de cada um. Assim, você saberá exatamente o que esperar e como poderá utilizá-lo a seu favor.

 

7. Templates prontos para customização

Se você optou por utilizar os programas da Adobe, por exemplo, você poderá fazer download gratuito de vetores (que são imagens customizáveis e de alta qualidade) que podem ajudar muito no seu trabalho.

Para você ter uma ideia, existem milhares de templates prontinhos de cartões de visita para baixar. Alguns deles podem ser gratuitos e outros pagos, mas a grande vantagem é que você não terá muito trabalho para criar algo do zero.

Você precisa apenas ter o Photoshop no seu computador, definir o tamanho do arquivo, adicionar os vetores e ir movimentando e mudando as cores dessas imagens prontas. Além de poder excluir e adicionar elementos para deixar ainda mais a sua cara!

Fácil, não é mesmo? Além de ficar com aparência muito profissional, já que muitas vezes são designers que disponibilizam esses arquivos abertos na internet. Dê uma olhada em bancos de imagens ou no Freepik, por exemplo. Sem dúvidas você encontrará algo interessante para utilizar no seu cartão de visita!

 

8. Sites específicos para criar artes online

Se todas as dicas acima sobre vetores e softwares de edição pareceram ser complexas demais para você, então você poderá optar por uma maneira bem descomplicada de fazer seu cartão de visita.

É claro que você não terá toda a liberdade que você teria fazendo com programas específicos de edição, mas de qualquer forma poderá ter um ótimo resultado final! Para isso, existem sites específicos feitos justamente para facilitar nossas vidas, oferecendo diversas opções pré-prontas de banners para mídias sociais, flyers e também cartões de visita.

Um exemplo bem popular é o Canva, que segundo alguns depoimentos do site,  pode ser considerado o programa de design gráfico mais fácil de usar do mundo. Já dá para ter uma ideia que é um site bastante intuitivo, não é mesmo?

Ao entrar no site é só você criar um login e escolher dentre as mais diversas opções de modelos de arquivos e então optar pela que mais lhe agrada. Depois, você poderá alterar imagens, cores, inserir informações e depois salvar em pdf para imprimir.

Então se você estava procurando por uma opção gratuita e que não precisasse de muitos esforços criativos, esta é sem dúvidas uma dica valiosa!

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9. Estilo do material a ser usado

Fazer um cartão de visita profissional significa atentar-se à todos os detalhes. De que adianta um cartão bem feito se a impressão não for de qualidade? É muito importante definir o material que melhor se encaixa às suas necessidades.

Algumas opções que podem dar um charme a mais na sua arte seriam o verniz localizado e a borda arredondada, por exemplo. O verniz localizado é aquela parte que fica em relevo brilhante no papel, geralmente colocada na logo da empresa para dar um toque mais refinado.

A borda arredondada é um questão de gosto. Tudo vai depender do estilo do seu cartão e da forma que você acredita que ficará melhor. O mesmo acontece com as opções de cartão horizontal e vertical. O mais usado é o horizontal, mas o vertical também traz um toque de inovação e criatividade que podem ser interessantes na apresentação!

Outro detalhe importante é a gramatura do papel. Uma dica é escolher uma gramatura um pouco mais grossa, uma vez que o cartão será manuseado e colocado dentro de bolsas e carteiras, o que pode fazê-lo amassar facilmente.

Saiba finalizar e fechar corretamente seu arquivo para produção

 

10. Escolha uma boa gráfica

Depois de todo o trabalho, nada mais justo do que produzi-lo com qualidade. Não vá na primeira gráfica que te ofereceu um preço de banana, pois pode ser uma furada! Pesquise bem qual oferecerá um bom custo-benefício e se possível procure por boas recomendações.

Se você não tem tempo de ir pessoalmente em algumas gráficas da cidade, que tal optar por gráficas online? Você poderá ficar no conforto da sua casa ou até mesmo receber o material no escritório.

Lembre-se de sempre pedir uma prova, pois aí você terá certeza de como virá todo o lote de cartões!

Por que escolher uma gráfica online?

 

É hora de criar!

Agora que você já sabe as principais dicas para fazer um cartão de visita profissional sem ser designer, chegou a hora de colocar a mão na massa!

Nunca esqueça de pesquisar referências e estar por dentro das tendências, assim o seu cartão não ficará com cara de ultrapassado. Reavalie o que você tem em mente e confira se as ideias realmente condizem com o perfil da empresa.

Se dê a liberdade de testar os programas antes de optar por opções prontas na internet… você poderá se surpreender com a infinidade de coisas que poderá criar! Teste, apague, comece de novo e assim por diante… até você estar satisfeito com o que está vendo.

Depois de tudo, mostre aos seus colegas de trabalho e amigos. Pergunte à opinião de todos e poderá ter alguns novos insights para melhorar ainda mais!